Um estudo: Legionário Romano

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Um desenho

Faz tanto tempo que não posto aqui que nesse meio tempo até o sistema do WordPress mudou. Problemas: 1) casei (na verdade amasiei) e me mudei; 2) estou escrevendo meu TCC em Ciência Política. O projeto de “quadrinhos de humor” ficou prejudicado. Mas tenho desenhado e pintado coisas em outras técnicas/linguagens, como essa belezinha toda hachurada com bico-de-pena aí em cima.

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Família Brazil

O título desse post é o nome desses personagens. Na real foi a primeira coisa que esbocei quando pensei em fazer alguns cartuns no meu tempo livre. Acho que é bem óbvio por que “família Brazil” é o nome de uma família de personagens hipócritas e sem noção. Materia prima não falta.

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Dia do desenhista – reminiscências sobre querer ser um

Hoje, dia 15 de abril, é dia do desenhista. Como não é “dia do desenhista profissional”, ou “daqueles que ganham a vida desenhando”, me sinto à vontade para comemorar também. Minha ralação com o desenho é muito antiga. Como todo mundo, eu desenhava quando era criança. No início da adolescência, contudo, eu prossegui desenhando.

Em meados dos anos 90, vivíamos os tempos áureos da Image Comics. Diversos desenhistas brasileiros faziam sucesso lá fora, como Deodato, Roger Cruz, Luke Ross, etc. Lá pelos 15 anos desenhar e sonhar em desenhar os X-men eram minhas principais atividades lúdicas decentes (nessa época eu havia abandonado a escola e gastava o resto de tempo bebendo e outras coisas mais). Fiz uns cursos de desenho com o Daniel HDR, ali no museu de comunicação social. O foco era desenho de super-herois, e a galera ia indo para a publicidade, já que o mercado existia, mas era competitivo. Nessa época cheguei até a ser meio influenciado por mangás, que eram muito fortes naquele ambiente. Aos poucos fui me distanciando dos super-herois e dos mangás e buscando referências mais clássicas, a partir de desenhistas como Brian Boland e Alex Ross.

Mas eu não gostava da ideia de trabalhar com publicidade. Lá pelo início da “vida adulta”, lá por 2003 eu ainda desenhava. Em 2004 já trabalhava e fazia pré-vestibular. Em 2005 comecei a estudar ciências sociais na UFRGS, ou seja: meu tempo era tomado pelo álcool e loucuras variadas, como viagens e política que a gente encontra na universidade. Ah! Em 2002 nasceu minha filha.

Desde então, fiz uns poucos desenhos, para cartazes de eventos da faculdade, ou para dar de presente. Não devem chegar a 5 desenhos finalizados (descontando os rabiscos com as crianças, caveiras e mulheres peladas nos cantos dos cadernos, etc).

Acho que essa é mais ou menos a história de muita gente. Ano passado, minha querida namorada, me deu um conjunto de coisas de desenho. Carvão, grafites variados, grafitão… Coisas diferentes do que eu conhecia (bico de pena, caneta técnica, nankin, o material mais clássico para desenho de quadrinhos). Isso foi em setembro. A partir daí fui tomado. Fui atrás dos materiais necessários que eu não tinha (scanner, etc, etc), comecei a praticar novamente, relembrar, parece que mão e cérebro eram pessoas muito íntimas que não se viam há muito tempo e se reencontram, cada um agora com uma história distinta, etc. No início foi meio constrangedor para ambos.

Tenho tentado fazer desenho de humor, que eu coloco aqui no site. Quero fazer charge política, apesar de não postar muito aqui. Tenho me inscrito em alguns salões e coisas do gênero (ganhar dinheiro seria ótimo. Se alguém aí quer um chargista e quiser fazer um teste comigo iria adorar). E, depois de anos, pela primeira vez resolvi encarar uma tela e materiais de pinturas diferentes de nankin, com ajuda do Atelier Livre da prefeitura, que é bem isso, um atelier livre e tem sido bem interessante pela possibilidade de conviver com artistas bem diferentes dos que já conheci, com outras reflexões e, digamos, para entrar no clima desse meio, “noutra vibe”.

Então, comemoremos o dia do desenhista. E eu vou comemorar a vontade de querer ser um novamente.

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DR de um casal cego

Trolando.

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O que aconteceu com o homem-morcego?


Tá meio fora de época, mas tava rabiscada aqui na mesa há tempos e só agora deu para finalizar.

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Ditadura Gay

Pintura e teoria das cores são duas coisas que eu nunca tive a mínima noção. Logo que criei o blog e comecei a testar a linguagem do cartum, da charge e da tira, arrisquei, com ajuda do baldinho de tinta do Photoshop, umas coloridas digitais bem toscas. Agora comecei a treinar pintura tradicional. Meu desenho típico é neurótico com detalhes e mais pesado, inexpressivo. Tenho tentado buscar o oposto disso com o desenho de humor.

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